Abra a galeria do seu telemóvel e escolha uma foto qualquer dos últimos três anos. Agora responda: em quantos lugares diferentes essa foto existe neste momento?

Avô abraçando a neta, que segura um embrulho de presente

Para a maioria das pessoas a resposta é um. Está no telemóvel. Só no telemóvel.

Não é descuido. É o que acontece quando a máquina fotográfica passou a ser a mesma coisa que o telefone, a carteira, o mapa e o despertador. O ficheiro de família de uma geração inteira mudou-se para dentro de um objeto que anda no bolso, cai no chão, entra na água e é roubado.

A conta que ninguém faz

Existe uma regra antiga entre quem trabalha com dados, e ela é simples de decorar: três cópias, dois suportes diferentes, uma delas fora de casa. Três, dois, um.

Não é uma regra para empresas. É a quantidade mínima de redundância para que nenhum acidente isolado leve tudo. Se tiver duas cópias mas ambas estão na mesma sala, um incêndio conta como um acidente e leva as duas.

Agora aplique isso ao seu caso. Quase toda a gente que faz esta conta pela primeira vez descobre que está em zero — não em uma, em zero. Porque "está no telemóvel" não é uma cópia. É o original.

O que realmente destrói um ficheiro de família

Quando se fala em perder fotos, a imagem que vem à cabeça é o incêndio. Mas o incêndio é raro. O que apaga ficheiros de família, todos os dias, é muito mais banal:

O telemóvel morre. Cai na sanita, entra areia na praia, a bateria incha, o ecrã parte e a assistência diz que a placa foi. Nenhum destes casos avisa antes.

O telemóvel é roubado. No Brasil isto não é hipótese, é estatística. E quem já passou por isso sabe que a segunda perda — a das fotos — dói mais tempo do que a primeira.

A conta perde-se. O e-mail antigo a que já não acede. A palavra-passe que ninguém recorda. A verificação em dois passos ligada a um número que já não é seu. As fotos continuam a existir num servidor, e continua sem lhes chegar.

O disco do computador para. Não dá sinal, não faz barulho, não pede licença. Num dia liga e no outro não.

Mãos segurando um telemóvel com a galeria de fotos aberta e o PhotoStick conectado Senhora mostrando o ThePhotoStick OMNI para a câmera
A regra 3-2-1 do backup: três cópias contando o original, dois suportes diferentes e uma delas fora de casa. Quase toda a gente está em zero.

Por que a segunda cópia nunca é feita

Não é por não saber. É porque fazer a segunda cópia à mão é uma tarde de trabalho chato.

Primeiro precisa descobrir onde estão as fotos, que hoje já não é um sítio só: é o telemóvel, é o computador, é o que ficou no cartão da máquina antiga. Depois precisa entender o que já copiou e o que não copiou, o que ninguém consegue de cabeça. E acaba com três pastas com o mesmo Natal lá dentro e nenhuma certeza sobre nenhuma delas.

É por isso que fica sempre para o fim de semana seguinte. Durante anos.

O que muda com um clique

O ThePhotoStick OMNI existe para eliminar essa tarde. É um pen com um programa gravado dentro: liga-se ao computador ou ao telemóvel, clica-se uma vez em "GO", e ele varre o aparelho à procura de fotos e vídeos, ignora o que já tinha copiado, descarta duplicados e organiza tudo por data.

Três coisas que fazem diferença aqui, e nenhuma delas é a velocidade:

Não pede conta nem palavra-passe. Não há mais um login para perder daqui a seis anos.

Não precisa de internet. O que fica lá dentro fica lá dentro, mesmo que a empresa que o vendeu deixe de existir.

Não cobra por mês. Paga-se uma vez. Não há assinatura que expira e leva o acesso atrás.

Onde isto não chega

Vale a pena dizer o que a página de vendas não diz: um pen guardado na gaveta ao lado do computador é a segunda cópia, mas não é a cópia fora de casa. Continua a ser um assalto ou um incêndio a levar as duas ao mesmo tempo.

Se quiser cumprir a regra inteira, guarde-a noutro sítio — na casa dos seus pais, na gaveta do escritório. Leva dez segundos e é a diferença entre uma cópia e uma cópia que sobrevive ao pior dia do ano.

Mas entre zero cópias e uma cópia vai a maior distância de todas. Quem está em zero não precisa de um sistema perfeito. Precisa de deixar de estar em zero.

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